VI EAC DO DO VALE: ENCONTRO DE ANÁLISE DO COMPORTAMENTO DO VALE DO SÃO FRANCISCO

21 07 2017

6º Encontro de Análise do Comportamento do Vale do São Francisco – 4 e 5 de agosto de 2017

É com grande satisfação que convidamos a todos para a 6ª edição do Encontro de Análise do Comportamento do Vale do São Francisco.

O EAC do Vale é um evento que abrange temas de pesquisa, atuação profissional e questões sociais com base na Análise do Comportamento e que visa contribuir para a formação de estudantes de psicologia e áreas afins, como também para a atualização de profissionais e para promoção de diálogo e discussão sobre a Análise do Comportamento.

O evento conta com palestras, rodas de conversa e mostra de trabalhos científicos.

O 6º EAC do Vale acontecerá durante os dias 4 e 5 de Agosto de 2017 no Auditório da Biblioteca do Campus Centro da Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF).

Para se inscrever no evento acesse o link: https://goo.gl/forms/sjkw7JjZMlobaFql1

As inscrições presenciais também estão sendo realizadas na Universidade Federal do Vale do São Francisco, Campus Centro, Petrolina – PE.

Entre os palestrantes do VI EAC do Vale: a Profa. Dra. Josele Regina de Oliveira Abreu Rodrigues. Ela ministrará as palestras de “Modelos Experimentais de Recaída” e “Variabilidade Comportamental”.

A Dra. Josele Abreu-Rodrigues possui graduação em Psicologia pelo Centro de Ensino Unificado de Brasília (1981), mestrado em Psicologia pela Universidade de Brasília (1988) e doutorado em Psicologia pela West Virginia University (1994). Fez estágio pós-doutoral na University of Florida (2003/2004) e visita de intercâmbio na Universidade do Minho (abr-jul 2011), West Virginia University (fev-mar 2104) e Universidad de Guadalajara (Mar-abr 2014). É docente da Universidade de Brasília desde 1994. Desenvolve pesquisas em Análise Experimental do Comportamento, com humanos e não humanos, atuando principalmente nos seguintes temas: variabilidade comportamental, resistência à mudança, recaída (ressurgência, renovação e restabelecimento), autocontrole, história de reforçamento e controle verbal (regras, autorregras, correspondência dizer-fazer).

Fonte: Currículo Lattes http://lattes.cnpq.br/6577338584031776

O Prof. Dr. Tiago Alfredo da Silva Ferreira, também é um de nossos convidados. Ele irá ministrar a palestra “Quais os objetivos da Análise do Comportamento Clínica? Discutindo o que são evidências na clínica.”

Dr. Tiago Ferreira Possui graduação em Psicologia pela Faculdade Ruy Barbosa (2004). É mestre e doutor pelo programa de pós-graduação em Ensino, História e Filosofia das Ciências, na UFBA. Atualmente é professor adjunto do Instituto de Psicologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em clínica analítico-comportamental e filosofia da mente, atuando principalmente nos seguintes temas: behaviorismo radical, ética, epistemologia, e Clínica Analítico-comportamental.

Fonte: Currículo Lattes http://lattes.cnpq.br/6456930426270510.

 

 

PROGRAMAÇÃO OFICIAL DO EVENTO

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Para esclarecer alguma dúvida, entrem em contato conosco:

  • eacdovale@gmail.com

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“Transtornos mentais”, Psiquiatria e DSM-V

5 05 2013

O tratamento dos chamados transtornos mentais ainda é dominado pela psiquiatria, um ramo da medicina. Na psiquiatria ainda prevalece um estilo de diagnóstico e tratamento que enfatiza a topografia dos sintomas apresentados, considerando pouco a função comportamental do dito “sintoma” e os possíveis mecanismos biológicos subjacentes. Grosseiramente falando, se você disser frequentemente que sente insetos sob sua pele, você será diagnosticado com algum tipo de esquizofrenia, independente da função que essas afirmações possam ter na sua vida e sem necessidade de que uma alteração biológica (genética, hormonal ou neurológica) seja identificada. Esse modo de diagnosticar e tratar alterações comportamentais se consolida no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM) da Associação Americana de Psiquiatria (APA), que em breve terá sua 5a edição publicada.

Na semana passada, porém, o diretor do Instituto Nacional de Saúde Mental dos EUA (NIMH), a maior instituição financiadora de pesquisas sobre o tema no mundo, questionou publicamente a validade do DSM – e, de fato, toda a prática típica da psiquiatria:

Apesar do DSM ser descrito como uma ‘Bíblia’ para a área, ele é, no máximo, um dicionário, criando um conjunto de rótulos e os definindo. A força de cada edição do DSM tem sido a ‘fidedignidade’ – cada edição tem garantido que os clínicos usem os mesmos termos dos mesmos modos. A fraqueza é sua falta de validade. Ao contrário de nossas definições de doença cardíaca isquêmica, linfoma ou AIDS, os diagnósticos do DSM baseiam-se em um consenso sobre um grupo de sintomas clínicos, não em qualquer medida objetiva de laboratório. No resto da medicina, isso seria equivalente a criar sistemas diagnósticos baseados na natureza da dor no peito ou na qualidade da febre. De fato, diagnósticos baseados em sintomas, que já foram comuns em outras áreas da medicina, foram em grande parte substituídos nos últimos 50 anos a medida em que compreendemos que APENAS SINTOMAS RARAMENTE INDICAM A MELHOR ESCOLHA DE TRATAMENTO. PACIENTES COM TRANSTORNOS MENTAIS MERECEM ALGO MELHOR. (destaques acrescentados)

 

As afirmações do diretor refletem a politica institucional do NIMH, que critica diagnósticos em saúde mental baseados em “observação clínica e relatos fenomenológicos de sintomas pelos pacientes” e propõe “novos modos de classificar transtornos mentais baseados em dimensões de comprotamento observável e medidas neurobiológicas” – através do projeto Research Domain Criteria Project (RDoC).





Links (Conexões) Atualizados

20 01 2013

Os links (ou “conexões”) que reunimos aqui na nossa página são uma amostra da diversidade de fontes de informação sobre Análise do Comportamento que pode ser encontrada na internet. Não queremos ser exaustivos. A partir desses links, pode-se explorar as várias áreas de interesse e atuação profissional dos analistas do comportamento, conhecer como a área se configura em outros lugares do mundo, ler as principais revistas especializadas, visitar importantes associações científicas e profissionais e conhecer alguns analistas do comportamento.

Aproveitem!





Prof. Christian Vichi participa da III JAC de Belém

27 09 2012

O Prof. Christian Vichi, do Lab. de Análise Experimental do Comportamento da Univasf, participa participaria da III Jornada de Análise do Comportamento de Belém, que terá teve como tema: “Da Ciência à Tecnologia do Comportamento”. O evento, que visa contribuir para difusão da Análise do Comportamento na região Norte, acontece aconteceu de 01 a 05 de outubro de 2012 na Univ. Federal do Pará (UFPA). Prof. Christian tratará iria tratar de Políticas Públicas e Análise Comportamental da Cultura. Infelizmente, por problemas operacionais, Prof. Christian não pôde ir a Belém.





100 Maiores Cientistas Brasileiros de Todos os Tempos

7 08 2012

Não gostou da lista dos “100 Maiores Brasileiros de Todos os Tempos” (a lista continua aqui) do SBT?

Carlos Nascimento apresentou o programa no SBT

Então que tal dar uma olhada na lista de “Cientistas Brasileiros Notáveis” dInstituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT – do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação). Não são exatamente 100 nomes, mas todos contribuíram de maneira efetivamente importante para a ciência e para o Brasil.

Alguns dos Cientistas Brasileiros Notáveis

Detalhe: qual a única psicóloga citada? A analista do comportamento (uma das primeiras do Brasil) Carolina M. Bori!

Carolina Martuscelli Bori

Carolina Martuscelli Bori

PS: A dica para essa lista de cientistas notáveis foi dada por Carmen Bandini. Valeu, Carmen!





O que é Humanismo?

16 04 2012

[Texto retirado da página da União Humanista e Ética Internacional (IHEU) em 08/04/12. Traduzido por Angelo A. S. Sampaio. Permitida a reprodução desde que citada a fonte e a autoria da tradução.]

Em 1952, no primeiro Congresso Humanista Mundial, os patriarcas da União Humanista e Ética Internacional (IHEU) entraram em acordo quanto a um manifesto dos princípios fundamentais do Humanismo moderno. Eles o chamaram de “A Declaração de Amsterdã”. Essa declaração era filha do seu tempo: em um mundo de grandes disputas políticas e da Guerra Fria.

Comemorando seus 50 anos, o Congresso Humanista Mundial de 2002, novamente reunido nos Países Baixos, aprovou por unanimidade uma resolução atualizando aquela declaração: “A Declaração de Amsterdã de 2002”. Após o Congresso, essa declaração atualizada foi adotada unanimemente pela Assembleia Geral da IHEU e tornou-se assim o manifesto oficial definindo o Humanismo Mundial.

 

Declaração de Amsterdã de 2002

               O Humanismo é resultado de uma longa tradição de pensamento livre que inspirou muitos dos grandes pensadores e artistas criativos do mundo e de onde surgiu a própria ciência.

Os fundamentos do Humanismo moderno são os seguintes:

  1. O Humanismo é ético. Ele afirma o valor, dignidade e autonomia do indivíduo e o direito de cada ser humano à maior liberdade possível compatível com os direitos de outros. Os humanistas têm o dever de cuidar de toda a humanidade, incluindo as gerações futuras. Os humanistas acreditam que a moralidade é uma parte intrínseca da natureza humana baseada na compreensão e na consideração pelos outros, não necessitando de sanções externas.
  2. O Humanismo é racional. Ele busca usar a ciência produtiva e não destrutivamente. Os humanistas acreditam que as soluções para os problemas do mundo encontram-se no pensamento e na ação humana, ao invés de na intervenção divina. O Humanismo defende a aplicação de métodos da ciência e da investigação livre aos problemas do bem estar humano. Mas os humanistas também acreditam que a aplicação da ciência e da tecnologia deve ser moderada pelos valores humanos. A ciência nos fornece os meios, mas os valores humanos devem definir os fins.
  3. O Humanismo apoia a democracia e os direitos humanos. O Humanismo objetiva o maior desenvolvimento possível de todos os seres humanos. Ele afirma que a democracia e o desenvolvimento humano são questões de direito. Os princípios da democracia e dos direitos humanos podem ser aplicados a muitas relações humanas e não se restringem a métodos de governo.
  4. O Humanismo insiste que a liberdade pessoal deve ser combinada com a responsabilidade social. O Humanismo ousa construir um mundo sobre a ideia da pessoa livre responsável para com a sociedade e reconhece nossa dependência e responsabilidade para com o mundo natural. O Humanismo é antidogmático, não impondo nenhum credo a seus seguidores. Portanto, é comprometido com a educação livre da doutrinação.
  5. O Humanismo é uma resposta à demanda amplamente difundida por uma alternativa à religião dogmática. As maiores religiões do mundo afirmam se basearem em revelações fixadas para todos os tempos e muitas procuram impor suas visões de mundo a toda a humanidade. O Humanismo reconhece que conhecimento confiável sobre o mundo e sobre nós mesmos surge através de um processo contínuo de observação, avaliação e revisão.
  6. O Humanismo valoriza a criatividade e a imaginação artística e reconhece o poder transformador da arte. O Humanismo afirma a importância da literatura, da música e das artes visuais e performáticas para o desenvolvimento e a realização pessoal.
  7. O Humanismo é uma postura frente à vida que objetiva a máxima realização possível através do cultivo de um estilo de vida ético e criativo e que oferece meios éticos e racionais de abordar os desafios dos nossos tempos. O Humanismo pode ser um estilo de vida para todos em todos os lugares.

Nossa tarefa principal é tornar os seres humanos cientes nos termos mais simples do que o Humanismo pode significar para eles e os compromissos que ele envolve. Utilizando o livre pensamento, o poder da ciência e a imaginação criativa para o fomento da paz e em serviço da compaixão, nós confiamos que temos os meios para resolver os problemas que todos nós enfrentamos. Clamamos a todos que compartilham essa convicção a se associarem a nós nessa empreitada.





35 Ações Pessoais para Apoiar a Responsabilidade Social

1 03 2012

35 ações baseadas em dados que você pode fazer hoje para apoiar a responsabilidade social

[Texto retirado da página dos Comportamentalistas pela Responsabilidade Social (BFSR) em 29/02/12. Traduzido por Angelo A. S. Sampaio. Permitida a reprodução desde que citada a fonte e a autoria da tradução.]

 

  1. Desenvolva um programa de auto-gerenciamento para garantir que você faça uma das coisas a seguir ou contribua de alguma outra forma.
  2. Trabalhe com o sistema judiciário, escolas ou outras redes locais para apoiar a justiça restaurativa, melhorar os resultados para as vítimas, reduzir a reincidência e reintegrar condenados em escolas e comunidades.
  3. Trabalhe com agências locais de assistência para expandir o uso de programas domiciliares de estimulação cognitiva modelados de acordo com o Choctaw Home-Centered Family Education Project (Quigley, Morris, & Hammett, 1976;Wolfe, 1991) com famílias de baixa renda para melhorar os resultados de longo prazo das crianças.
  4. Faça um plano específico para usar o que se sabe sobre cuidados parentais efetivos na sua vida cotidiana, com ênfase particular no aumento do reforço positivo, redução das interações coercitivas, acompanhamento parental (parental monitoring) e uso de disciplina consistente (Webster-Stratton, 1992; Patterson, 1975; Sloane, 1988).
  5. Forneça a educadores informações sobre os programas PASS (Greenwood, Hops, & Walker, 1977;Greenwood, Hops, Walker, Guild, Stokes, & Young, 1979) e CLASS (Hops, Walker, Fleischman, Nagoshi, Omura, Skindrud, & Taylor, 1978) para melhoria do desempenho acadêmico e do comportamento pró-social em sala.
  6. Trabalhe para que a intervenção familiar sistêmica (Henggeler, Schoenwald, Borduin, Rowland, & Cunningham, 1998) e a terapia familiar funcional (Alexander & Parsons, 1982) sejam usadas com os jovens da comunidade que estejam envolvidos em comportamento anti-social grave, ao invés do encarceramento e de outras abordagens correcionais tradicionais.
  7. Defenda uma revisão da extensão na qual programas baseados em dados estão sendo utilizados para prevenir o abandono da escola (Evans & Matthews, 1992) na sua região.
  8. Defenda um programa ativo de apoio aos pais e educação parental em uma organização ou comunidade, que enfatize a pesquisa que sugere o aumento do reforço positivo, do acompanhamento parental (parental monitoring) e do uso de disciplina consistente e a redução da confiança na disciplina poder-assertiva (power-assertive) e coercitiva (Biglan, 1995; Patterson, 1982;Hembree-Kigin & McNeil, 1995;Dangel & Polster, 1984; Barkley, 1981).
  9. Inicie um grupo de auto-gerenciamento para idosos, no qual eles possam aprender habilidades relacionadas a se manter intelectualmente ativos e aproveitar a terceira idade (Skinner & Vaughan, 1983).
  10. Trabalhe com os funcionários de escolas e pais para implantar um programa de redução da violência juvenil consistente com as pesquisas que indicam que programas que se baseiam em reforço, reconhecimento e mudanças na cultura escolar podem reduzir dramaticamente a violência e o vandalismo e aumentar comportamentos adequados (on-task behaviors) (Mayer & Butterworth, 1979Mayer, Butterworth, Nafpaktitis & Sulzer-Azaroff, 1983),ao contrário de programas mais limitados que focam em controle da raiva e resolução de conflitos (que podem, porém, ser componentes úteis de um programa maior). Muitos programas recentes, incluindo o PeaceBuilders no Ensino Básico, o PAXIS School Climate System e o PEACE POWER! nos Ensinos Fundamental e Médio, baseiam-se nessa tecnologia.
  11. Desenvolva uma abordagem personalizada para a reciclagem local ou para outra questão local com implicações globais (Keller, 1991—um estudo de um garoto de oito anos!).
  12. Revise a pesquisa analítico-comportamental existente sobre meio ambiente (ou sobre outra área de interesse social) e crie um “pacote” que possa ser vendido, acessível para consumidores e líderes (Geller, 1990). Esse pacote também pode ser submetido para ser publicado nesse site.
  13. Defenda o uso da Abordagem do Reforço Comunitário (Community Reinforcement Approach) para o tratamento do abuso de drogas em programas comunitários, ao invés de outros programas sem apoio empírico.
  14. Defenda uma política de admissão imediata para o tratamento do abuso de drogas (Festinger, Lamb, Kirby, & Marlowe, 1996).
  15. Trabalhe com uma organização (empresa, universidade etc.) para desenvolver um sistema de incentivo que aumente o uso do transporte público ou de caronas (Jacobs, Fairbanks, Poche, & Bailey, 1982).
  16. Construa uma análise conceitual relevante para políticas públicas (incorporando os dados empíricos disponíveis) e a apresente para legisladores (Fawcett et al., 1988).
  17. Compartilhe com possíveis empreendedores no seu processo político local os resultados de estudos indicando que a distribuição de recipientes para reciclagem baratos, certas formas de sugestão (prompting) e esquemas específicos de coleta podem aumentar dramaticamente o nível de participação na reciclagem (Jacobs, Bailey & Crews, 1984).
  18. Conduza uma análise de uma organização na qual você esteja envolvido para determinar em que medida essa organização (escola, agência social, local de trabalho) confia em coerção, ameaças e punição para alcançar seus objetivos. Preste atenção em especial ao tratamento de grupos comumente desfavorecidos, incluindo pessoas em cargos com baixa remuneração, estudantes  ou clientes, particularmente aqueles pertencentes a minorias. Desenvolva e defenda um plano que incorpore alternativas baseadas em reforço, que possam produzir melhores resultados organizacionais ao mesmo tempo em que demonstre respeito por todos os participantes (Sidman, 1989Daniels, 1994).
  19. Copie e dissemine um resumo com fatos sobre a prevenção das dificuldades de leitura (um dos principais determinantes da pobreza e de problemas sociais) para pessoas que possam influenciar líderes (pais, politicos).
  20. Sugira uma parceria comunitária na qual jovens em risco de abandonarem a escola tenham acesso a restaurantes, cinemas ou ganhem cupons de desconto ou presentes, reduzindo o absenteísmo a menos da metade e reduzindo dramaticamente as notas baixas também (Damico, 1992).
  21. Recomende um programa de segurança no trabalho no qual grupos de trabalhadores recebam incentivos por períodos sem ferimentos (Fox, Hopkins, & Anger, 1987).
  22. Resuma e dissemine para líderes-chave a “abordagem do reforço social à busca por emprego” – que pode aumentar o número de ofertas de emprego para pessoas desempregadas em mais de dez vezes (Jones & Azrin, 1973).
  23. Desenvolva e implante uma campanha que use incentivos para o recrutamento de novos membros em uma organização não-governamental que contribua com a justiça social ou com outro objetivo social importante (Herndon & Mikulas, 1996).
  24. Planeje e implante um programa para o registro de eleitores em uma agência social, local de compras ou outro local no qual se encontrem pessoas desfavorecidas ou outras que geralmente não tenham acesso ao poder (Fawcett, Seekins, & Silber, 1988; Mattaini, 1996).
  25. Construa um programa para aumentar a aceitação social de uma criança rejeitada (Ervin, Miller, & Friman, 1996).
  26. Desenvolva um sistema de feedback público para aumentar o nível de contribuições públicas a organizações não-governamentais (Jackson & Mathews, 1995).
  27. Ensine pessoas inválidas a avaliar e selecionar programas que sejam os mais reforçadores para elas, aumentando o seu nível de auto-determinação (Faw, Davis & Peck, 1996).
  28. Escreva ao editor clamando pelo uso de dados empíricos na tomada de decisão sobre um tema público específico  (Thyer,1996).
  29. Sozinho, ou de preferência em colaboração com outros que você possa recrutar, compare o estado dos serviços para sem-tetos em sua região com o estado-da-arte sobre essa temática (Johnson & Cnaan, 1995), e prepare um relatório acessível que possa ser usado por movimentos sociais na comunidade.
  30. Escreva ao editor apoiando o uso de abordagens baseadas em incentivos para a reforma da previdência social que incorporem os apoios contextuais necessários (Mattaini & Magnabosco, 1997).
  31. Prepare um artigo resumido e acessível sobre o que se conhece a respeito de tecnologias educacionais efetivas (Crandall, Jacobson, & Sloane, 1997), e o leve para um líder local ou estadual.
  32. Comece um grupo de auto-ajuda que incorpore incentivos adequados (Miller & Miller, 1970) e treinamento para tomada de decisão efetiva (Briscoe, Hoffman & Bailey, 1975) em um bairro ou comunidade.
  33. Desenvolva um sistema de feedback que trate de uma questão importante para uma comunidade ou organização, apresentando dados de modo acessível para membros da comunidade para maximizar a probabilidade do estabelecimento de uma ligação metacontingente entre ação e produtos agregados (Hayes & Cone, 1981Van Houten, Nau,& Marini, 1980).
  34. Desenvolva e aplique um questionário ou entrevista detalhada no qual os respondentes sejam solicitados a avaliar a magnitude e desejabilidade de múltiplas consequências associadas com uma decisão pública com implicações para a justiça social (Análise de Consequências [Consequence Analysis] (Sanford & Fawcett, 1980).
  35. Desenvolva e aplique um questionário semelhante na internet.







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